Saúde em Primeiro Lugar

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Frutas com propriedades Antioxidantes e Anti-inflamatórias




A quercetina é um flavonoide natural encontrado em uma variedade de frutas, vegetais, ervas e outros alimentos. Ela é conhecida por suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, anti-histamínicas e imunomoduladoras. 

Quando se trata de sua ação no Parkinson, alguns mecanismos potenciais têm sido sugeridos, embora não estejam totalmente esclarecidos. 

Propriedades antioxidantes

A quercetina tem a capacidade de neutralizar os radicais livres no corpo. 

No Parkinson, onde há um aumento do estresse oxidativo (desequilíbrio entre a produção de radicais livres e a capacidade antioxidante), a quercetina pode ajudar a reduzir os danos causados aos neurônios dopaminérgicos, que são particularmente sensíveis à oxidação.

Atividade anti-inflamatória

A inflamação crônica tem sido implicada na progressão do Parkinson. A quercetina demonstrou ter propriedades anti-inflamatórias, inibindo a produção de mediadores pró-inflamatórios, como as citocinas, e diminuindo a ativação de células do sistema imunológico envolvidas na inflamação.

Proteção neuronal

Estudos sugerem que a quercetina pode ter efeitos neuroprotetores, protegendo os neurônios dopaminérgicos da morte celular induzida por toxinas associadas ao Parkinson. 

Ela pode fazer isso ativando vias de sinalização celular que promovem a sobrevivência celular e inibindo vias que levam à morte celular.

Os alimentos mais ricos em quercetina

Cebolas;
Vinho;
Maçã;
Uva;
Frutas vermelhas;
Aspargos;
Gingko;
Couve;
Chás;
Brócolis.


Com informações de Nutrição Brasil/

Como Controlar Naturalmente sua Glicemia e Ter Mais Energia



Se tem uma tendência que está bombando, é o cuidado com a glicemia — ou seja, manter o açúcar no sangue em níveis equilibrados ao longo do dia.

Mas por que isso virou o assunto do momento? E como pequenas mudanças podem transformar sua saúde, disposição e até o humor?

Vamos te explicar tudo!


🚀 Por que o controle da glicemia está tão em alta?

Estudos recentes destacam como picos e quedas bruscas no açúcar do sangue podem:

✅ Aumentar a fome exagerada e a vontade de beliscar doces.
✅ Trazer aquela sonolência pesada depois do almoço.
✅ Influenciar o ganho de peso e o acúmulo de gordura abdominal.
✅ Elevar o risco de diabetes tipo 2 no longo prazo.

Por isso, a internet está cheia de vídeos mostrando truques simples para suavizar esses picos, mantendo a energia mais estável o dia todo.



🍋 3 passos fáceis para aplicar já


🥗 1. Comece suas refeições por vegetais

Comer uma saladinha ou legumes antes do arroz e feijão faz a fibra criar uma “barreira natural”, retardando a absorção dos carboidratos. Isso ajuda a glicemia subir mais devagar.

Dica prática:

  • Pode ser só uns tomatinhos com azeite, ou até cenoura crua.

  • Já é suficiente para o efeito!


🥤 2. Tome água com vinagre de maçã

Um copo de água (200ml) com uma colher de chá de vinagre antes da refeição ajuda a reduzir o pico glicêmico.
O ácido acético do vinagre retarda a digestão dos carboidratos.

⚠️ Importante:

  • Consulte seu médico se tiver gastrite ou problemas digestivos antes de adotar.

  • Sempre dilua o vinagre em água!


🚶 3. Dê uma caminhadinha ou faça alongamento

Fazer 10 a 15 minutos de caminhada leve logo depois de comer ajuda os músculos a “sugar” a glicose do sangue.
Se não puder sair, até levantar e fazer tarefas de casa ou alguns agachamentos já ajuda.


✨ O que você ganha com isso?

✅ Mais saciedade e menos compulsão por doces.
✅ Menos “baque” de sono pós-almoço.
✅ Contribui para o controle do peso e saúde metabólica.
✅ Reduz risco futuro de diabetes e doenças cardiovasculares.


💡 Conclusão: um hábito simples que vale ouro

Não é à toa que o controle natural da glicemia virou a principal dica de saúde de 2025.
É prático, não exige produtos caros e traz benefícios que você sente no corpo logo nos primeiros dias.

Que tal começar hoje?
👉 No próximo almoço, experimente comer primeiro a salada, tomar a água com vinagre e dar uma voltinha pela casa depois. Seu corpo vai agradecer!



Auto-exames Importantes



Observar alguns aspectos de sua saúde na privacidade de sua casa costumam mostrar  o que está acontecendo com seu organismo e identificar algum problema. 

 Sinais importantes que o seu corpo pode dar:
  • Seu peso - Confira o seu peso a cada duas ou quatro semanas e informe ao médico se você ganhar ou perder mais 2 kg ou 2,5 kg sem nenhuma causa aparente.
  • Sua urina -  A urina deve ser transparente e amarelo-clara, quase cor de palha. Se estiver escura, pode conter sangue ou então você não deve estar tomando líquido o suficiente.
  • Suas fezes - Elas devem ter um tom médio de marrom. Se estiverem escuras como piche ou se houver qualquer sinal de sangue, avise o médico.
  • Suas mamas -  Muitos nódulos nas mamas são descobertos pelas próprias mulheres ou por seus parceiros. Como o tecido mamário se torna diferente em momentos distintos ao longo do ciclo mensal, você é a melhor pessoa para detectar qualquer alteração que não seja normal. Então, certifique-se de que está atenta às mamas. A melhor forma de se examinar é durante o banho. Vá ao médico imediatamente se encontrar algum nódulo diferente, se houver alguma alteração nos mamilos, sangramento ou secreção.
  • Seus testículos - Até jovens devem examinar os testículos regularmente para verificar se há nódulos ou inchaços que poderiam indicar câncer ou outros problemas. Qualquer dor súbita deve ser informada ao médico imediatamente.
  • Suas manchas - Examine quaisquer manchas para ver se houve alguma alteração no tamanho, formato ou cor que possa ser um sinal de câncer.

Fonte: Guia de Saúde e Longevidade – 

Ferritina alta: o que significa e quais são as possíveis causas?





A ferritina é uma proteína que armazena ferro nas células do organismo. O exame de ferritina é muito utilizado para avaliar as reservas de ferro, mas um resultado elevado nem sempre significa excesso de ferro. Isso acontece porque a ferritina também é uma proteína de fase aguda, ou seja, aumenta quando há inflamação, infecção ou lesão nos tecidos.

Principais causas de ferritina alta

A ferritina pode estar elevada por diversos motivos, entre eles:

-Diabetes tipo 2, especialmente quando há resistência à insulina.

-Obesidade e síndrome metabólica, que favorecem um estado de inflamação crônica.

-Esteatose hepática (gordura no fígado) e outras doenças do fígado, como hepatites e cirrose.

-Infecções, tanto agudas quanto crônicas.

- Doenças inflamatórias e autoimunes, como artrite reumatoide e lúpus.

-Hemocromatose, uma doença genética que provoca acúmulo excessivo de ferro no organismo.

-Consumo excessivo de bebidas alcoólicas, que pode causar lesão hepática.

-Alguns tipos de câncer, principalmente doenças do sangue e alguns tumores sólidos.

-Transfusões de sangue repetidas, que podem levar ao acúmulo de ferro.

-Uso excessivo de suplementos de ferro, quando não há indicação médica.

Por que a ferritina alta é comum em pessoas com diabetes?

Pessoas com diabetes tipo 2 frequentemente apresentam inflamação crônica de baixo grau. Esse processo faz com que o organismo produza mais ferritina, mesmo sem excesso de ferro.

Além disso, é comum que pessoas com diabetes também tenham obesidade, resistência à insulina e gordura no fígado, fatores que contribuem para o aumento da ferritina.

Por isso, em muitos pacientes diabéticos, a ferritina elevada reflete o processo inflamatório e não necessariamente um excesso de ferro.

Ferritina alta é sempre preocupante?

Nem sempre. Um valor elevado deve ser interpretado em conjunto com outros exames, como ferro sérico, saturação de transferrina, capacidade total de ligação do ferro, hemograma e exames de função hepática.

O tratamento depende da causa. Em alguns casos, basta controlar o diabetes, perder peso, tratar a doença de base ou reduzir a inflamação para que os níveis de ferritina diminuam. Já quando há excesso de ferro, como na hemocromatose, pode ser necessário um tratamento específico.

Por isso, uma ferritina alta nunca deve ser analisada isoladamente. A avaliação médica é fundamental para identificar a causa e definir a melhor conduta.

Medicamentos que não devem ser tomado no mesmo horário - Veja o que pode causar


O índice de intoxicação por medicamentos no Brasil é muito alto, e uma das principais causas é a associação de um medicamento a outro no mesmo horário. Ingerindo alguns medicamentos no mesmo momento pode ocorrer interação medicamentosa, ou seja, um medicamento pode aumentar o efeito do outro causando intoxicação.

De acordo com pesquisas atuais as principais intoxicações medicamentosas são causadas por:

1º. Lugar = analgésicos/ antitérmicos/ antiinflamatórios
2º. Lugar = antidepressivos e estimulantes
3º. Lugar = cardiovasculares

Veja neste post as principais associações de medicamentos que nunca devem ser feitas no mesmo horário.

Antiinflamatórios AINE (diclofenaco, cetoprofeno, nimesulida, AAS) e Analgésicos

Quando ingeridos no mesmo instante pode resultar em insuficiência renal aguda e falência renal crônica. Fazendo uso de AINE é ideal esperar no mínimo 4 horas para tomar algum analgésico.

AAS e Antiinflamatórios AINE

O Ácido acetilsalicílico inibe a agregação plaquetária e se ingeridos com AINE no mesmo dia pode ocasionar hemorragias, sobretudo as digestivas, gastrite erosiva e úlcera hemorrágica.

Losartan e Antiinflamatórios (diclofenaco, nimesulida, cetoprofeno, meloxicam)

A associação de anti-hipertensivos com antiinflamatórios pode diminuir o efeito anti-hipertensivo do losartan e sobrecarregar os rins. Se for necessário o uso de antiinflamatório o ideal é esperar no mínimo 6 horas para ingerir.

Metformina e Diuréticos (furosemida)

O uso de metformina associado à furosemida pode aumentar o risco de acidose lática devido ao seu potencial para diminuir a função renal. A interação destes dois medicamentos pode levar ao coma.

Metformina e Inibidores da ECA (captopril, enalapril, losartan)

As associações destes medicamentos podem provocar uma redução nos níveis de glicose no sangue. Desta forma, o ajuste da dose de metformina poderá ser necessário durante e após a adição ou interrupção destes medicamentos.

Diuréticos (hidroclorotiazida, furosemida) e Antiinflamatórios (diclofenaco, nimesulida, meloxican)

Tomar estes medicamentos no mesmo horário pode ocasionar desidratação, o ideal é que após o uso de diuréticos aguardar no mínimo 6 horas para usar algum tipo de antiinflamatório.

Imosec e Antifúngicos (cetoconazol)

Se você estiver fazendo tratamento para micose, evite associar os antifúngicos com o imosec, pois a ação deste medicamento (imosec) pode ser potencializada.

Levotiroxina (puran) e Varfarina

O uso associado deve ser evitado, pois a levotiroxina aumenta o efeito dos anticoagulantes orais.

Levotiroxina (puran) e Carbonato de Cálcio

O carbonato de cálcio reduz a absorção de levotiroxina no trato gastrintestinal, deste modo o efeito no controle hormonal é diminuído. É necessário esperar no mínimo 6 horas, mas o ideal é não usar o carbonato de cálcio.

Ibuprofeno

O ibuprofeno interage com bastante medicamento, portanto ao fazer o uso deste, é necessário aguardar no mínimo 6 horas para tomar medicamentos da lista a seguir:

- O uso do ibuprofeno concomitante com medicamentos à base de furosemida e tiazídicos diminuem o efeito diurético dessas drogas.

- Durante a terapia com o ibuprofeno, deve-se evitar a administração de
hormônios tireoidianos (LEVOTIROXINA).

- O ibuprofeno pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais

AINEs com os seguintes medicamentos deve ser evitado

Especialmente nos casos de administração crônica, estes medicamentos não devem ser tomados no mesmo horário:

- ácido acetilsalicílico
- colchicina
- iodetos
- corticosteróides
- inibidores da ECA (losartan, captoril, enalapril)
- agentes anticoagulantes ou trombolíticos (varfarina)
- inibidores de agregação plaquetária (AAS, Clopidogrel)
- digoxina
-metotrexato(Tecnomet)

Nimesulida e Antibióticos

Associar nimesulida com antibióticos como o ciprofloxacino, norfloxacino, levofloxacino, podem produzir estimulação do sistema nervoso central e aumentar risco de convulsão em pacientes epiléticos.

Omeprazol, Lanzoprazol e Antidepressivos (inibidor seletivo da recaptação de serotonina)

O uso de omeprazol juntamente de antidepressivos como o escitalopram pode ocasionar no aumento de seu efeito antidepressivo, portanto o uso deve ser feito com cautela e aguardar no mínimo 3 horas após o uso do omeprazol para tomar o antidepressivo.

Clonazepam (Rivotril)

Muitos medicamentos não devem ser associados ao clonazepam, pois podem potencializar seu efeito ocasionando toxicidade. Dentre os medicamentos estão:

- Bebidas alcoólicas e anti-histamínicos (dexclorfeniramina, hidroxizine), estes medicamentos provoca depressão do sistema nervoso, portanto não é ideal associar ao clonazepam.

- A carbamazepina tem efeito inibidor do sistema nervoso central, deste modo a associar ao clonazepam aumentará o efeito sedativo.

Paroxetina e Antiácidos (sal de fruta¸estomazil,gastrol)

O uso de antiácidos associado a paroxetina não diminuirá o seu efeito, pois antiácidos não atrapalham a absorção da paroxetina.

Antialérgico anti-histamínico – Histamin

- O histamin (maleato de dexclorfeniramina) aumenta os efeitos sedativos dos depressores do SNC (clonazepam, alprazolam, bromazepam), portanto devem ser evitadas as associações.

 - Outros medicamentos que não devem ser associados com  histamin são fenobarbital, codeína, tramadol e acido valproico. O uso no mesmo horário aumentará o efeito sedativo portanto é necessário esperar no mínimo 8 horas após a ingestão de histamin para usar estes outros medicamentos.


Sinvastatina

O uso de sinvastatina requer bastante precaução, associar a alguns medicamentos pode causar bastante dano à saúde. Veja os principais:

Medicamentos que aumenta o risco de problemas musculares (dores) quando associado à sinvastatina:

- itraconazol
- cetoconazol
- genfibrozila
- eritromicina
- claritromicina
- diltiazen
- amiodarona
- anlodipino

Fluoxetina

A fluoxetina, medicamento usado no tratamento de depressão não deve ser associado a alguns medicamentos, veja os principais:

- Medicamentos como diazepam, alprazolam, lítio, carbamazepina e imipramina quando associados à fluoxetina tem seus níveis sanguíneos aumentados e isto aumenta sua toxicidade.

- Antiinflamatórios (AINE, AAS, diclofenaco) e varfarina quando associado à fluoxetina pode causar aumento de sangramento gastrointestinal.

Amoxicilina

A amoxicilina não de ser associado a alguns medicamentos entre eles o alopurinol e anticoncepcionais.

- Não é recomendado tomar  contraceptivos orais combinados e antibióticos, pois os antibióticos podem afetar a flora intestinal, levando a uma menor reabsorção de estrógenos, e reduzir sua eficácia.

- A administração concomitante de alopurinol durante o tratamento com amoxicilina pode aumentar a probabilidade de reações alérgicas de pele.

Azitromicina

Outro antibiótico que possui restrições quanto à associação é a azitromicina, veja os principais medicamentos que não devem ser associados durante o tratamento:

- Estatinas (sinvastatina, atorvastatina) associadas à azitromicina pode causar lesão muscular. Portanto ao sentir qualquer sintoma como fraqueza e dor muscular o tratamento deve ser avaliado.

Dramin (dimenidrinato)

O dimenidrinato é muito usado em casos de náuseas e vômitos, portanto deve ter precaução ao tomar com outro medicamento entre eles os tranquilizantes, antidepressivos e sedativos.
Associar o dramin com estes fármacos pode ocorrer potencialização deles no sistema nervoso central.

Não pode associar com bebidas alcoólicas, pois o dimenidrinato pode potencializar os efeitos neurológicos do álcool.

Consulte o Farmacêutico

Como vimos à lista é grande, neste post temos apenas alguns exemplos de associações que não deve ser feita, por isso antes de fazer uso de algum medicamento, mesmo àqueles que não precisam de prescrição médica, fale com o farmacêutico, ele está apto para te orientar e assim evitar intoxicação medicamentosa desnecessária.

Leia aqui: Sintomas e tratamento da Estafa

                - Medicamentos que Idosos devem evitar Usar

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